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À corte de analistas e comentadores que se apressaram a desvalorizar o resultado eleitoral da CDU juntam-se, agora, os politólogos de serviço.
Páginas da mesma cartilha que os molda, sempre se dirá que destes – os que ostentando designação mais cientifica, grau de mestrado e uma pitada académica indispensável à credibilização do que escrevem – se esperaria mais em rigor e seriedade de análise do que daqueles outros que escrevendo a metro e a mando ainda não pegaram na caneta e já se sabe para que lado corre a tinta. Leia o resto deste artigo »
1. Nunca um Presidente da República (PR) no pós 25 de Abril de 1974 tinha ido tão longe. Em mais de 40 eleições foi a primeira vez que um supremo magistrado da nação apelou descaradamente ao voto numa determinada política. Fê-lo através de uma «mensagem ao País», no chamado «dia de reflexão». Fê-lo com base na insistência da escolha sobre «quem vai governar». Fê-lo promovendo os que se identificam com a direita dos interesses e os interesses da direita.
Mas o PR foi ainda mais longe. Afirmou, categórico, que os cidadãos que não fossem votar «não têm depois autoridade para criticar as políticas públicas». E acrescentou: «Só quem vota poderá legitimamente exigir o melhor do próximo Governo». Lê-se e não se acredita! De uma penada só exorbitou os poderes que a Constituição da República Portuguesa lhe confere. Constituição que, sublinhe-se, ele jurou cumprir e fazer cumprir. Leia o resto deste artigo »
Honra a Sílvia Ramos, presidente da distrital de Beja do CDS-PP, que, animada do indomável espírito que levou os seus e nossos antepassados a dar novos mundos ao Mundo, desassombradamente descobriu (pôs a descoberto) o combustível secreto que move os barulhentos motores dos aparelhos partidários em direcção ao poder.
Como, à vista de uma nau espanhola carregada de ouro das Índias Ocidentais, o capitão de um navio flibusteiro gritando à equipagem do alto do mastro da mezena: “À abordagem!”, Sílvia Ramos subiu às alturas da Rádio Pax apontando aos militantes centristas o vibrante e prometedor caminho do espólio pós-eleitoral: “Este é o momento (…) de correr atrás de lugares!”. Porque os militantes do CDS-PP, os de Beja incluídos, têm direito (para isso trabalharam “dois anos em constante mobilidade pelo distrito e em várias áreas”) àquilo que a sua dirigente chama “devidos lugares”. Leia o resto deste artigo »
Nas recentes eleições, mais uma vez, ficou a nu a falácia do “4ª poder”. A comunicação social, dominada pelos grandes grupos financeiros e económicos, não é mais do que o servil braço mediático dos seus interesses. E isso inclui o dito “serviço público”.
1. Terminara o acto eleitoral, estava apurada a quase totalidade dos resultados, os diversos líderes partidários faziam as esperadas declarações finais. Na RTP, a de serviço público, José Rodrigues dos Santos, eufórico, comandava a emissão. É certo que em Rodrigues dos Santos há sempre uma certa sugestão de euforia como que injectada no peculiar estilo de pregoeiro que o caracteriza. Na noite do passado domingo, porém, dir-se-ia que uma felicidade lhe transbordava pelos poros, o que aliás seria apenas lá com ele se, para nosso mal, não estivesse ele «no ar», isto é, em nossas casas. Leia o resto deste artigo »
A situação económica em vários países europeus revela que os tempos são de um rápido e violento aprofundamento da crise económica e financeira na União Europeia, expressão vívida da crise estrutural do capitalismo.As atenções continuam voltadas para a Grécia. Um cartoon de um semanário nacional intitulado «a economia grega em cacos» ilustra bem a situação. O País que está sujeito a um gigantesco processo de roubo organizado e de acelerada e perigosíssima «desconstrução» social vê-se ainda mais «encostado às cordas». A voragem do grande capital europeu – nomeadamente dos bancos alemães e franceses, os principais credores da dívida pública grega – e a deriva colonialista de potências como a Alemanha parecem não ter limites. Leia o resto deste artigo »
A «mensagem ao País» lida pelo Presidente da República, no sábado, constitui um exemplo perfeito do estado a que Portugal chegou após trinta e cinco anos de política de direita.
Abusando das prerrogativas que o alto cargo que desempenha lhe faculta, Cavaco Silva fez da dita «mensagem» um instrumento de propaganda eleitoral, um mal dissimulado apelo ao voto nas medidas impostas pela predadora troika ocupante. Com a agravante de o fazer num dia em que a propaganda eleitoral já não é permitida por lei… Leia o resto deste artigo »
Os resultados eleitorais confirmam um crescimento da CDU e a derrota da política de direita do Governo PS e da sua submissão ao pacto da Troika
- Os resultados das eleições legislativas, apurados até este momento, indicam o crescimento da CDU a nível nacional, em votação e na eleição de mais um deputado. A nível distrital a CDU cresceu cerca de 5% da sua massa eleitoral, superando os 15700 votos e deu passos muito importantes na consolidação do seu eleitorado, particularmente entre os trabalhadores e outras camadas sociais vítimas das políticas de direita. A CDU foi a única força política à esquerda do PSD que melhorou o seu resultado eleitoral. Estas são as terceiras eleições legislativas consecutivas em que se verifica a consolidação e crescimento da CDU, a nível nacional e distrital, o que constitui um elemento de grande importância para o futuro.
- A CDU confirma-se, nestas eleições, como a força que, pela sua implantação social, intervenção, coerência e projecto, está em condições de abrir caminho a uma ruptura com as políticas de direita, prosseguidas há 35 anos, e continuar a luta contra o Pacto entre a troika estrangeira da agressão e a troika da submissão, do PS/PSD/CDS. A CDU emerge destas eleições como a força da ruptura e mudança, duma alternativa e duma política patriótica e de esquerda para o nosso país. Leia o resto deste artigo »
O Comité Central do PCP apreciou os resultados das eleições legislativas do passado dia 5 de Junho e os previsíveis desenvolvimentos que deles decorrem. Procedeu a uma análise da situação económica e social do país com, particular destaque para os elementos decorrentes do programa de agressão e submissão do FMI/BCE/EU. Debateu e fixou as principais tarefas do Partido.
Em relação aos resultados eleitorais e no que se refere à CDU, o Comité Central considera que eles constituem um novo e estimulante sinal do sentido do crescimento dos últimos anos.
O resultado obtido traduzido no aumento, ainda que ligeiro, da sua expressão eleitoral e do número dos seus deputados (de 15 para 16) com a eleição de um deputado pelo Círculo Eleitoral de Faro, constitui um factor de inegável significado quanto a um mais alargado reconhecimento do papel do PCP e dos seus aliados na vida política nacional. O voto de mais de 440 mil eleitores que expressaram a sua confiança à CDU é tão mais importante e valorizável quanto foi necessário anular resignações e medos instalados, vencer a dissimulação daqueles que nunca revelaram os seus verdadeiros programas e intenções políticas, bem como combater artificiais bipolarizações. Leia o resto deste artigo »
Realizaram-se, neste Domingo, as eleições para renovar a Assembleia da República Portuguesa, na sequência da demissão do governo do Partido Socialista.
Essa demissão foi apresentada como forçada pela falta de apoio parlamentar que suportasse a iniciativa governamental de solicitar intervenção externa por parte da chamada troika FMI – BCE – CE, visando uma prometida saída da crise da dívida externa soberana, que todavia em substancia significa o agravamento da crise social e económica em que os governos do PS e do PSD têm vindo a mergulhar o país, uma capitulação da soberania, e a entrega do pais à rapina pelo capital internacional. Só em aparente contradição, os dois partidos da “oposição” de direita – Partido Social Democrata e Partido Popular – concordaram subscrever também com a troika FMI – BCE – CE o mesmo compromisso que o governo PS entretanto subscreveu em nome do estado português. Leia o resto deste artigo »
1. O resultado obtido pela CDU constitui uma inequívoca consolidação da expressão eleitoral que nos últimos anos, eleição após eleição, a CDU vem registando. O resultado obtido pela CDU traduzido no aumento de percentagem e do número de deputados, com a eleição de mais um deputado no distrito de Faro, o que não acontecia há 20 anos, constitui um sinal de inegável significado quanto a um mais alargado reconhecimento da acção, das propostas e do papel do PCP, do Partido Ecologista Os Verdes, da Intervenção Democrática, na vida política nacional. Um resultado que representa um factor de estímulo mas também de reforço daquela força que se assume como a mais sólida, coerente e determinada, na defesa dos direitos dos trabalhadores, da juventude e dos interesses populares. Leia o resto deste artigo »
A Revista Sábado fez este trabalho de investigação sobre Pedro Passos Coelho a 11 de Fevereiro de 2010, aquele que entretanto se tornou no Primeiro-Ministro de Portugal.
OS INTERESSES DE PASSOS - revista Sábado
fica o alerta dado!
VER TAMBÉM:
-
Diário da República, 2ª Série, nº 8, de 11 de Janeiro de 2008 - (pedidos de utilização dos recursos hídricos dos rios Paivó e Paiva e de construção de duas mini-hídricas para esse efeito.)
- Os Rios de Arouca
A escalada de agressão não pára. Nos últimos dias, UE e EUA impuseram novas sanções à Venezuela, à Bielorússia, à Síria. Os alvos das agressões são claros. O imperialismo tenta sair do atoleiro pela via da guerra.
As eleições de domingo realizam-se num momento de agravamento acelerado da crise do capitalismo. Na União Europeia discute-se abertamente se o euro e a própria UE podem ser salvos. Sucedem-se golpes, reuniões (que eram para ser) secretas, declarações contraditórias reveladoras de desorientação. Os «planos de salvação» das troikas do grande capital financeiro agravaram o desastre da Grécia e da Irlanda. Portugal está na mesma «rampa de afundamento».
O professor de Economia na Universidade de Dublin, Morgan Kelly, escreve: «Com o Estado irlandês a caminho de dever 250 mil milhões de euros em 2014, está a tornar-se inevitável uma prolongada e caótica falência nacional. […] A Irlanda enfrenta a ruína económica» (Irish Times, 7.5.11). Tal como a Argentina em 2002, a Irlanda enfrenta a ruína económica, não porque se tenha revoltado contra as políticas neoliberais, mas porque as seguiu à risca. A ruína é para o povo irlandês, mas quem criou o problema foi o grande capital financeiro, que amealhou milhares de milhões ao longo destes anos. E quem decidiu que seriam os povos a pagar os desvarios da grande finança foi a UE e «o Banco Central Europeu, que de forma desavergonhada representou os interesses dos credores irlandeses e insistiu [que o Estado] pagasse a totalidade das obrigações dos bancos [privados]» (Morgan Kelly). São lições que os portugueses terão de ter presentes ao votar no domingo. Leia o resto deste artigo »
O Teatro Circo de Braga foi pequeno para todos quantos quiseram participar esta noite no comício da CDU. E tanto assim foi que Jerónimo de Sousa fez não um mas três discursos – um antes de entrar, quando era já certo que não caberiam no interior do recinto todos os activistas da CDU; outro no interior e um terceiro novamente na rua. Leia o resto deste artigo »
As eleições estão já aí neste domingo. Este não é o tempo de ficar à espera dos resultados, mas antes, mais que nunca, o tempo inadiável de esclarecer e intervir, até ao limite do possível.
Esclarecer sobre a situação de decadência nacional e afundamento do País e de colocar a urgência da ruptura com os 35 anos de política de direita, com as imposições da troika estrangeira e do Pacto de submissão e agressão, com o saque das riquezas nacionais pelos grandes senhores do dinheiro, com a vassalagem «vende pátria» da troika do PS/PSD/CDS, com o vórtice de devastação, regressão, exploração e opressão a que visam acorrentar o povo e o País. Leia o resto deste artigo »
Domingo é dia de luta. Luta importante na qual as massas populares vão intervir tendo o voto como arma principal e assim exercendo um direito conquistado à custa de muitas e difíceis lutas ao longo da história; um direito que o fascismo nos roubou durante quase meio século; um direito que reconquistámos com a Revolução de Abril.
Tudo isto a confirmar que aos trabalhadores e aos povos nada é oferecido e tudo tem que ser conquistado pela luta. Mostra a vida que, para as classes dominantes, o único direito que conta, o único direito que conhecem é o de explorar e oprimir os trabalhadores e os povos – e que uma das suas preocupações de todos os momentos é a de roubar aos trabalhadores direitos por estes alcançados graças a muita determinação e coragem. Leia o resto deste artigo »
Todos os candidatos destas eleições viram a sua vida escrutinada ao mais ínfimo pormenor. Sabemos tudo e conhecemos bem o passado de José Sócrates, Paulo Portas, Jerónimo de Sousa e Francisco Louçã. De Pedro Passos Coelho nada. Funciona como uma espécie de apagão de “lápis azul” na imprensa portuguesa o escrutínio sobre o passado profissional do líder do PSD que se candidata a futuro Primeiro-ministro. E afinal que passado. Leia o resto deste artigo »
Para a CDU, as questões da Cultura não podem nem devem ser consideradas separadamente das frentes de luta geral do nosso Povo, nos planos social, político e ideológico. O nosso entendimento de Cultura difere abissalmente da sua concepção por partidos como o CDS, o PSD e o PS, defensores dos grandes interesses financeiros nacionais e internacionais, ilusionistas da palavra e da imagem com que tentam, na comunicação social dos seus patronos, que a esmagadora maioria do eleitorado – aqueles que vivem do seu trabalho, em condições cada vez mais frágeis e precárias – vote contra si mesma. Este “passe mágico” contraditório passa forçosamente pela cultura de classe que difundem, pela ideologia com que totalitariamente monopolizam todos os meios de comunicação social, pelos valores a que, desde a escola até à simples publicidade, submetem o povo português.
Diferenciando-se claramente o nosso entendimento de Cultura daquele do “trio troikiano” (PS/PSD/CDS), assentaremos a nossa noção na integração da cultura científica, tecnológica, artística e filosófica, da educação, do ensino e da comunicação social. Distingui-la-emos assim daquela normalmente aceite (e imposta!) pela concepção dos partidos que nos desgraçam há 35 anos, que nela incluem apenas a cultura artística ou, quando muito, a apropriação que as artes possam fazer de áreas disciplinares científicas ou tecnológicas. Leia o resto deste artigo »
Integro a lista da CDU, Coligação em que me revejo e em que encontro a força que, nos bons e nos maus momentos, esteve sempre presente ao lado dos agricultores do nosso Distrito.
Todos nós agricultores, temos estado envolvidos nas Lutas por melhores condições para a nossa agricultura, por um futuro melhor, tal como o desejamos para as nossas vidas e de todos aqueles que dela fazem parte.
Estou na Luta e sempre estarei, este é o meu propósito, sem interesse próprio mas pelo interesse de todos os agricultores deste Distrito. Leia o resto deste artigo »
A dois dias do encerramento de uma campanha eleitoral marcada pela denúncia das consequências do acordo assinado, nas costas do povo, pelo PS, PSD e CDS com a «troika» estrangeira, centenas de apoiantes, activistas e candidatos da CDU participaram, quarta-feira, na parte da manhã, numa arruada na Baixa da Banheira. Ali, Jerónimo de Sousa, Secretário-geral do PCP, acompanhado por Francisco Lopes, Heloísa Apolónia e João Vicente, candidatos pelo círculo eleitoral de Setúbal, salientou que votar na CDU é dar força a uma verdadeira ruptura e mudança na vida nacional. Leia o resto deste artigo »
Há abalos sísmicos, e há abalos sociais igualmente violentos. Uma reportagem mostrou-nos alguns casos de quem perdeu a casa onde habitava, ou está condenado a perdê-la, exactamente por efeito do sismo que já está a percorrer o País de lés-a-lés e que ameaça agravar-se a partir do próximo mês de Junho se nada for feito para travá-lo. Leia o resto deste artigo »
«É importante que haja uma ajuda à Grécia e que ajude realmente a economia grega e que não contribua para a estrangular», defendia o dirigente bloquista Francisco Louçã aquando da discussão do empréstimo à Grécia, faz agora um ano, nas páginas do Sol. Relembre-se que nesta altura os ministros das Finanças da Zona Euro concordaram em accionar o mecanismo de apoio à Grécia num montante global de 110 mil milhões de euros, sendo os países da Zona Euro responsáveis por 80 mil milhões desse montante e o FMI pelos restantes 30 mil milhões. Com esta operação, Portugal endividou-se em 2064 milhões de euros.
Na discussão da concessão desta «ajuda» na Assembleia da República, PS, PSD, CDS e BE votaram favoravelmente, viabilizando esta agressão ao povo grego em benefício da banca alemã e francesa, como de resto se veio a verificar. «Votaremos a favor desta proposta por uma única razão e mais nenhuma: recusar este empréstimo seria, nas actuais circunstâncias, impor a bancarrota à Grécia, e esta seria a pior opção», declamava então a deputada bloquista Cecília Honório. Para ajudar à festa, José Soeiro justificava a postura do grupo parlamentar do BE dizendo que o empréstimo foi aprovado com o objectivo de «evitar a bancarrota num país massacrado pelas políticas liberais e vítima de um ataque especulativo dos mercados financeiros e das agências de rating». Leia o resto deste artigo »
Um grandioso comício na Feira encerrou o dia de campanha da CDU no distrito de Aveiro, jornada que permitiu «verificar que há gente que já venceu o preconceito» augurando o crescimento eleitoral da Coligação no próximo dia 5 de Junho.
Para Jerónimo de Sousa, que encerrou um entusiasmante comício de sala cheia, o objectivo de eleger um deputado por Aveiro «é difícil», mas, não deixou de dizer, «devemos insistir e arriscar». «Apesar de aqui não termos eleito nenhum deputado em 2009, os grupos parlamentares do PCP e do PEV trabalharam mais pelo distrito que qualquer dos partidos que aqui ganharam lugares no parlamento. Aqui viemos dezenas de vezes contactar com agricultores, trabalhadores da indústria, pequenos e médios comerciantes e industriais», acrescentou. Leia o resto deste artigo »
As minhas mais cordiais saudações a todos vós. A todos os que estão neste combate eleitoral procurando com o reforço da CDU dar força e adensar a corrente de mudança que o país precisa! É bonito ver este espaço com tanta gente. Gente de todas as idades, dos mais velhos aos mais novos. Gente séria e de trabalho. Gente que luta incansavelmente por um Portugal justo e de futuro.
Nós somos a corrente da mudança, da esperança numa vida melhor para todos os portugueses que aqui está e que é esta grande força da democracia portuguesa: a CDU! Leia o resto deste artigo »
Mais de cinco mil apoiantes da CDU demonstraram na arruada pelas ruas do Porto, do largo da cordoaria ao largo do Cais da Estiva, que é possível o povo português optar por uma alternativa patriótica e de esquerda que resgate a independência e a soberania nacional e garanta um futuro com direitos e dignidade. Foi o início oficial da campanha eleitoral da CDU.
Encabeçada pela Orquestra Ligeira de São Pedro da Cova e ao som de A Internacional, do Hino do MFA, Venceremos e Vozes ao Alto e empunhando coloridas bandeiras da CDU e das forças que integram a coligação, Jerónimo de Sousa, o cabeça de lista pelo distrito, Honório Novo, o vereador da CDU, Rui Sá e restantes candidatos e dirigentes do PCP, do PEV e da ID foram entusiasticamente encorajados por uma população que os saudou e desejou o melhor resultado possível para a coligação. Leia o resto deste artigo »
O debate entre Jerónimo de Sousa e Passos Coelho revelou ainda mais o programa comum que PS, PSD e CDS apresentam a estas eleições. Nem “as resmas de papel” das propostas do PSD conseguem ocultar que, no essencial, são as medidas do pacto de submissão e agressão ao povo e ao país que constituem o efectivo compromisso deste partido com os interesses dos grupos económicos e financeiros. Leia o resto deste artigo »
Falar de Europa e de política fiscal é sublinhar uma contradição, sobretudo no actual contexto, onde a integração europeia, cumprindo o Tratado de Lisboa, dá novos saltos qualitativos na centralização do poder, criando novos mecanismos ao serviço dos interesses do directório de grandes potências, conduzindo, conjuntamente com o FMI e o BCE, uma intervenção externa em Portugal com vista ao resgate do sector bancário europeu, sobretudo alemão, constituindo um verdadeiro programa de submissão e de agressão ao povo e ao país.
Contradição porque a política fiscal, a capacidade de tributar num determinado território económico, é um dos elementos essenciais da soberania de um estado, um garante da sua independência e da sua liberdade de fazer escolhas, ao serviço do desenvolvimento económico e social do seu povo. A política fiscal, a obtenção de receita fiscal, é indispensável para financiar as opções estratégicas de investimento público, a rede de serviços públicos e as funções sociais de Estado, nomeadamente a segurança social, a saúde e a educação. Mas a política fiscal é também uma ferramenta indispensável de intervenção económica e social, no apoio ao rendimento e da dinamização do tecido produtivo. Leia o resto deste artigo »
Os demagogos Sócrates e Passos Coelho acusam-se mutuamente das piores intenções. Mas ambos desejam a tarefa de principal executante da política que o FMI impõe, que o PS e o PSD (mais o CDS-PP) servilmente apoiam.
Não é com vinagre que se apanham moscas ou há muita maneira de matar pulgas são ditos populares que os políticos ditos do «arco do poder» muito prezam. Nem é preciso ser-se particularmente assíduo de noticiários televisivos ou leitor atento das manchetes de jornais para se ter dado conta da profusão de promessas com que Coelho e Sócrates brindaram o eleitorado nos últimos dias. Leia o resto deste artigo »
Um debate marcado pela discussão em torno da intervenção ilegítima externa que está em curso por parte do FMI e da UE e que, por mais voltas ilusões que se queiram construir e por mais medos que se queiram instalar, Paulo Portas e o CDS, estão, com PS e PSD, profundamente amarrados.
Jerónimo de Sousa, demonstrando que a actual situação do país é inseparável do papel que PS, PSD e CDS assumiram nos últimos 35 anos, reafirmou a necessidade de uma ruptura e uma mudança na vida política nacional.
Denunciando o papel da banca e dos grupos económicos, o negócio do BPN, a extorsão dos rec Leia o resto deste artigo »
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- 1. Um país com uma crise estrutural
- 2. Fazer face à Crise e à Dívida
- 3. A palavra chave para recuperar a economia nacional é Produzir.
- 4. Salvaguardar os nossos Direitos
- 5. Defesa dos serviços públicos de sectores estratégicos para o desenvolvimento e soberania do nosso país
- 6. Um desenvolvimento virado para o ambiente e para a qualidade de vida









