campanha-09-063_web.jpg

A CDU apresentou no passado Sábado, dia 19 de Setembro, na esplanada do Café Arouquense, o Programa Eleitoral (Programa-2009) para as Eleições Autárquicas de 11 de Outubro. Presidiram esta iniciativa Benvinda Pinho, cabeça de lista à Assembleia Municipal de Arouca, Francisco Gonçalves, cabeça de lista à Câmara Municipal de Arouca, Miguel Viegas, cabeça de lista da CDU pelo distrito de Aveiro para a Assembleia da República e Carlos Carvalhas, antigo secretário-geral do PCP e membro do Comité Central do Partido Comunista Português.

As intervenções estiveram a cargo de Francisco Gonçalves, Miguel Viegas e Carlos Carvalhas. O candidato a presidente da Câmara Municipal de Arouca apresentou o Programa Eleitoral, sublinhando que este obedece aos princípios do projecto autárquico da CDU e que foi construído a partir da proposta de 2005 e dos  contributos, análises e opiniões entretanto recolhidos.


Segundo Francisco Gonçalves três ideias-chave atravessam os cinco capítulos do programa: a gestão participada como forma de governação, o ordenamento do território como trave mestra do desenvolvimento económico e uma oferta de proximidade no que se refere aos serviços públicos disponibilizados à população.

Da sua intervenção ficou ainda o apelo à Assembleia Municipal para não colocar em causa o futuro de Arouca com a revisão do PDM a aprovar. Não é em fim de mandato, numa segunda-feira à tarde, que se encerra uma matéria desta importância, sublinhou.

Miguel Viegas salientou a necessidade da eleição de um deputado da CDU pelo distrito de Aveiro para responder às necessidades e  problemas da população do distrito. Segundo o cabeça de lista à Assembleia da República  a CDU tem propostas exequíveis, designadamente em matéria económica, como sejam: a diminuição da taxa de IRC para as micro e pequenas empresas concomitante com aumento idêntico em percentagem para as empresas mais lucrativas, a taxação das mais valias e das grandes fortunas. Da sua intervenção ficou a ideia de que em hora de sacrifício não podem ser os mesmos de sempre a pagar a factura.

Carlos Carvalhas começou por referir que não é candidato a nada, mas que, em sua opinião, é fundamental, para mudar a política que tem sido seguida, a alteração da composição da Assembleia da República, afirmando como necessário que o próximo governo seja minoritário, pois só assim será obrigado a negociar. Com a negociação os trabalhadores e as populações terão reais possibilidades mudar o rumo político.

Vincou ainda a ideia que o voto útil é na CDU, porque o voto na CDU é o único que os eleitores sabem que podem contar. A CDU honra os seus compromissos. Da sua intervenção fica ainda a referência à manipulação e ao encobrimento oficial, nacional e internacional, que tem sido feito aos números da situação económica, para transmitir a ideia de que o pior já passou. Os efeitos da crise económica estão para durar e a forma de os combater é votar CDU!

A Comissão Coordenadora Concelhia da CDU

Anúncios