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Questão colocada por Francisco Gonçalves no período destinado à intervenção dos munícipes

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Muito boa tarde, em particular ao senhor presidente da Assembleia e restante mesa, ao senhor presidente da Câmara e restante vereação, aos senhores deputados.

A questão que hoje gostava de colocar ao senhor presidente da câmara tem a ver com o relacionamento da autarquia com o poder central.

I – O principal problema de Arouca nos últimos anos, e provavelmente nos próximos, é a desertificação de serviços e de gentes.

II – Todos os autarcas são necessários na resistência a esta ofensiva.

III – No início do mandato anterior, o presidente da Câmara Municipal de Arouca, pelo menos nas intenções, a propósito da não conclusão da Variante, assumiu medidas mais radicais – é disso exemplo a ida para Lisboa com regresso apenas quando tivesse garantias de resolução da questão.

IV – Com o tempo houve uma alteração da estratégia de relacionamento, chamou-lhe o presidente Artur Neves de “trabalho no recato do gabinete”, chamam-lhe os “modernos” de Lobbying.

V – De lá para cá tem havido visitas amiúde de governantes, algumas até bem pomposas. Agora na Feira das Colheitas teremos mais duas visitas. O Senhor presidente evitou até protestos populares.

VI – Porém, constatamos que a Variante continua retida na ponte de cela, a escola de Tropeço é para fechar para o ministério (e ao que se diz também o era para a Câmara Municipal em 2009), o Tribunal foi, ficou apenas uma parte.

VII – Portanto, das duas uma:

– Ou a estratégia é eficaz e nesse caso pergunto – que serviços o senhor presidente impediu que fechassem?

– Ou então, a estratégia não é eficaz e aí a pergunta é – porque Arouca recebe tanto e tão bem (os senhores de Lisboa)?

Muito obrigado e votos de bom trabalho!

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