No debate em torno da Iniciativa Legislativa de Cidadãos sobre a Protecção dos direitos individuais e comuns à Água, subscrita por 44 mil cidadãos, Miguel Tiago afirmou que a privatização da água tem vindo a demonstrar-se uma opção desastrosa, porque retira a gestão da água de intervenção democrática dos cidadãos e acrescenta aos custos da água, da sua distribuição e do seu tratamento, o custo do lucro dos accionistas, levando a uma degradação progressiva da qualidade do serviço.

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