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A proposta, que foi apresentada na semana passada, introduz uma norma no Orçamento do Estado para 2017 que estabelece a contratação de 50 vigilantes da natureza em 2017. A intenção é dotar o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, progressivamente, «dos meios humanos necessários».

«Os meios humanos destinados à conservação da natureza e da biodiversidade estão muito aquém do necessário para assegurar os mínimos exigíveis, designadamente no espaço da rede nacional de áreas classificadas», referem os ecologistas.

A redução para um terço do número destes profissionais nos últimos anos, que ronda os 100 actualmente, preocupa o PEV, que considera ser «preciso dar passos visíveis para recuperar profissionais que contribuam para a garantia da proteção dos nossos ecossistemas e de um património natural que urge não perder e criar condições para valorizar».