Candidatura CDU – Assembleia Municipal de Arouca

“A Nossa Proposta” e Lista Candidata (pdf)

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Candidatura da CDU reuniu com a FNAJ

A convite da Federação Nacional das Associações Juvenis (FNAJ), realizou-se, esta semana, uma reunião de trabalho entre a FNAJ e a candidatura autárquica da CDU Arouca, cuja delegação integrava: a mandatária, Deolinda Brandão, os cabeças de lista à Câmara e Assembleia Municipais, Francisco Gonçalves e António Óscar Brandão, e, ainda, Carlos Pinho e Tadeu Saavedra.

A reunião serviu para a vice-presidente da FNAJ, Cátia Camisão, apresentar o Manifesto Autárquico da federação, sublinhando as preocupações e anseios dos jovens e as propostas para a  melhoria da vida e da participação cívica juvenil. Este encontro possibilitou uma frutuosa troca de impressões, até pelo facto de todos os  elementos à volta da mesa terem crescido no associativismo juvenil e ainda hoje integrarem o movimento associativo.

Sobre os problemas da juventude, a candidatura da CDU Arouca agrupa-os em dois níveis, os de âmbito económico, que têm como consequência a (e)migração dos jovens arouquenses, e os relacionados com a reduzida participação cívica dos mais novos.

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Desenvolvimento, Ambiente e Recursos Naturais

AROUCA apresenta um território diverso em que se afirmam, com mais ou menos significado, recursos naturais, construídos e culturais que são condição de qualquer futuro e de qualquer processo de desenvolvimento integrado. É que o desenvolvimento, não confundir com mero crescimento económico, pode resultar do somatório de um número significativo de pequenas coisas, coisas essas que estão aí à disposição e que, muitas vezes, são esquecidas ou espezinhadas no altar de sonhos megalómanos e mais ou menos decalcados de outras realidades. Ou de imediatismos que mais não conseguiram que degradar e exaurir o que a natureza nos deu, sempre numa atitude massificadora e sem qualidade que se vislumbre e seja sustentável a longo prazo. Pequenas coisas, muito mais importantes em concelhos do interior como Arouca é, apesar de tão perto do litoral.

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Versão digital (pdf) do Caderno Temático – Desenvolvimento, Ambiente e Recursos Naturais “, apresentado em Junho de 2013

O que nos propomos é reflectir, ainda que de forma breve e necessariamente incompleta, sobre o que somos e o que temos, sempre na perspectiva de como se articular ambiente e desenvolvimento, sendo que temos de ambiente não o conceito estreito de qualquer valor pontual, mas a largueza e complexidade de tudo quanto rodeia, integra e enforma a actividade humana num determinado território.

Reflectir sobre os recursos naturais de que dispomos, so­bre cada um sugerir medidas e aproveitamentos, para, no final, na união integrada de tudo, termos a perspectiva de um Plano de Desenvolvimento que contribua para a nossa felicidade. Aqui, na nossa terra.”

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Sobre a Venezuela… – Francisco Gonçalves

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As forças do bem continuam a sua saga contra o ditador Maduro, do Presidente Trump à União Europeia, dos partidos políticos ao noticiado na comunicação social, do comentário televisivo ao radiofónico, da coluna de opinião à mesa do café. São raras as vozes que destoam do coro, por cá apenas me apercebi do PCP e do sociólogo Boaventura Sousa Santos.

Sobre a matéria em concreto, não sei se por razões de idade ou feitio, tendo a olhar para estes problemas como o da Venezuela (ou o do Brasil) numa crua perspectiva marcial. Afinal, é de uma guerra que se trata. Sendo verdade que estamos perante uma república não das bananas mas do petróleo, de existir uma corrupção larvar no aparelho de Estado, dos níveis de vida dos mais pobres terem melhorado significativamente com o “Chavismo”, da queda deliberada do preço do petróleo e a consequente recessão económica, o que está verdadeiramente em causa é a luta pelo poder.

Há dois órgãos de soberania democraticamente eleitos, o Presidente Nicolás Maduro e a Assembleia Nacional, que procuram anular o projecto e o que o outro faz. Há, objectivamente, um impasse.  Para o vencer, a maioria da Assembleia Nacional e os interesses que a sustentam tudo fazem para apear o Presidente e o seu projecto, o Presidente e os interesses que o sustentam, por seu lado, avançam para uma Assembleia Constituinte.

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Entrevista a Francisco Gonçalves – Roda Viva

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Francisco Gonçalves – Candidato à Câmara Municipal de Arouca

Porque se candidata à presidência da CMA?

Na CDU as candidaturas ao que quer que seja não são pessoais, cada um avalia as disponibilidades pessoais, o órgão colectivo avalia as disponibilidades existentes, as circunstâncias (da eleição, do local e do tempo) e decide.

O que o distingue dos outros candidatos?

Prefiro não colocar as questões em termos pessoais e de distinção com os outros candidatos. Diria que os arouquenses não perderiam nada, bem pelo contrário, só ganhariam se tivessem uma voz da CDU no executivo camarário, na assembleia municipal e nas assembleias de freguesia. Os eleitos da CDU não fariam figura de corpo presente, honrariam o cargo e o voto confiado. Julgo, que na última década, com ou sem eleitos, isso mesmo fomos demonstrando na Assembleia Municipal.

Qual é o seu principal adversário?

A bipolarização e o afunilamento das eleições de 1 de Outubro na pergunta: o próximo presidente da Câmara Municipal de Arouca será Margarida Belém ou Fernando Mendes? São 7 vereadores, 21 deputados municipais, 134 membros das assembleias de freguesia e 48 membros das juntas de freguesia, concretamente 210 autarcas a eleger.

Como será a sua presidência?

Prefiro responder antes como seria o trabalho do executivo camarário com a CDU representada na vereação, porque a presidência com maioria, a presidência sem maioria ou a vereação em minoria apenas fazem variar as condições objectivas de aplicação do projecto CDU. O estilo de trabalho é o mesmo – procurar encontrar soluções no quadro existente, é esse o património autárquico de trabalho da CDU, trabalhar conjuntamente com as outras forças políticas, respeitando o voto popular.

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CDU entregou lista concorrente às Eleições Autárquicas

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António Óscar, António Ataíde, Benvinda Pinho, Tadeu Saavedra, Manuel Vinagre e Carlos Pinho

Uma delegação da Candidatura da CDU – Arouca, composta por António Óscar Brandão e Manuel Lopes Vinagre, os dois primeiros candidatos à Assembleia Municipal de Arouca, e por Benvinda Pinho, António Ataíde, Carlos Pinho e Tadeu Saavedra Andrade, entregou, no dia 7 de Agosto, no Juízo de Competência Genérica de Arouca (Tribunal de Arouca) as listas candidatas pela CDU à Câmara Municipal de Arouca, Assembleia Municipal de Arouca, Assembleia de Freguesia de Alvarenga, Assembleia de Freguesia de Fermedo, Assembleia de Freguesia de Rossas, Assembleia de Freguesia de Santa Eulália, Assembleia de Freguesia de Tropeço, Assembleia de Freguesia da União de Freguesias de Arouca e Burgo e União de Freguesia de Canelas e Espiunca.

As listas aos dois principais órgãos municipais, Câmara e Assembleia, são encabeçadas, respectivamente, por Francisco Gonçalves e António Óscar Brandão, contando com António Ataíde e Deolinda Brandão, nos lugares seguintes, no caso da Câmara Municipal, e Manuel Vinagre e Benvinda Pinho, relativamente à Assembleia Municipal.

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CDU Arouca no Centro Arqueológico de Arouca

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António Silva, Deolinda Brandão, Carlos Alves e Francisco Gonçalves

Uma delegação da Candidatura da CDU Arouca, que integrava a mandatária concelhia, Deolinda Brandão, o cabeça de lista à Câmara Municipal de Arouca, Francisco Gonçalves e, ainda, Carlos Alves e Carlos Pinho, visitou, no início desta semana, as instalações e reuniu com o presidente do Centro Arqueológico de Arouca.

Esta iniciativa da candidatura concelhia da CDU visou conhecer os problemas desta associação arouquense, que leva já 33 anos de existência, e chamar a atenção para a importância do património arqueológico arouquense, que no âmbito do património histórico / cultural da nossa terra é, talvez, a vertente mais esquecida.

Na reunião realizada, após a visita às instalações, o presidente do Centro Arqueológico de Arouca, António Manuel Silva, deu nota das principais preocupações da associação, concretamente:

– a incerteza quanto ao futuro das instalações que a associação ocupa, sobretudo considerando a eventual concessão da ala sul do Mosteiro de Arouca;

– a falta de condições das instalações e a necessidade de um espaço que contemple uma área de armazenamento do espólio recolhido, ao longo dos últimos trinta anos; uma área com condições para o trabalho de investigação dos materiais e um espaço para reuniões e funcionamento da associação;

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Sobre a votação das propostas da chamada Reforma Florestal

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1. O PCP assumiu em Outubro de 2016 (Ver Nota do Gabinete de Imprensa), em Janeiro de 2017 (Ver Conferência de Imprensa), em debate na Assembleia da República ( Ver intervenção de João Ramos), e pela voz do seu Secretário-Geral, mais recentemente, a propósito dos graves incêndios florestais (Ver audição pública sobre a situação dos bombeiros e da protecção civil), que o conjunto de diplomas da chamada Reforma Florestal, não resolveriam os problemas da floresta portuguesa, constituindo mesmo uma ilusão a ideia que aqui estava a inversão do caminho que vinha sendo seguido há muito – falta de meios, recursos humanos e dotações financeiras para colocar em prática muito do que está já legislado, designadamente a Estratégia nacional Florestal.

2. No final da votação final global da chamada Reforma Florestal, ainda que o resultado inclua elementos negativos, o PCP pode afirmar que foi pela sua intervenção que:

– O Governo fica obrigado a criar, até 2019, as Equipas de Sapadores em falta, para atingir o objectivo nacional de 500;

– O Governo fica obrigado a criar o Corpo de Guardas Florestais;

– O Governo fica obrigado a criar linhas de financiamento modulado para o equipamento de máquinas agrícolas com mecanismos de segurança;

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Candidatura da CDU em visita a Janarde

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Deolinda Brandão, António Óscar, Manuel Vinagre e Francisco Gonçalves

No âmbito da pré-campanha eleitoral da CDU – Coligação Democrática Unitária e do objectivo de chamar a atenção para alguns dos problemas e potencialidades do concelho, neste caso para o despovoamento das terras ribeirinhas do Paiva e do ordenamento florestal, a candidatura da CDU Arouca realizou uma visita ao Parque de Merendas de Meitriz.

A delegação da CDU Arouca – que integrava a mandatária concelhia, Deolinda Brandão, os cabeças de lista à Assembleia Municipal de Arouca e Câmara Municipal de Arouca, António Óscar Brandão e Francisco Gonçalves, e Carlos Alves, Carlos Pinho e Tadeu Saavedra – esteve à conversa com Manuel Vinagre, nado e criado em Meitriz, Janarde, e que será o segundo Candidato à Assembleia Municipal de Arouca pela CDU.

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CDU Arouca – Convívio Regional

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Jerónimo de Sousa, Tiago Vieira, Deolinda Brandão e Francisco Gonçalves

Realizou-se no passado sábado, dia 15 de Julho, no Parque do Buçaquinho, em Cortegaça, o Convívio Regional da Coligação Democrática Unitária, que contou com a participação de mais de duas centenas de activistas da CDU, entre os quais o Secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa.

A candidatura da CDU Arouca marcou presença nesta iniciativa do distrito de Aveiro levando uma delegação que integrava a mandatária concelhia, Deolinda Brandão, o cabeça de lista à Assembleia Municipal de Arouca, António Óscar Brandão, e o cabeça de lista à Câmara Municipal de Arouca, Francisco Gonçalves, bem como Carlos Alves, Carlos Pinho e Tadeu Saavedra.

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“Estão a passar alunos com cinco e seis negativas!” – Francisco Gonçalves

Na semana passada criou onda na comunicação social (menos) e nas redes sociais (mais) a notícia de que o Ministério da Educação estava a pressionar Directores e, estes, por sua vez, professores para que todos os alunos passassem de ano. Em tom de alarme dizia-se: estão a passar alunos com cinco e seis negativas! Em abono da verdade diga-se desde já: não sendo mentira não é, contudo, novidade.

Vamos por partes. Primeiro há que descontar a febril narrativa direitista – a governação da Esquerda (leia-se do PS) na Educação é facilitista, ao contrário do rigor que nós imprimimos. Depois, não podemos deixar de considerar um certo delírio romântico-infantil (a experiência pedagógica de autonomia e flexibilidade curricular é, talvez, um bom exemplo) conjugado com a pusilanimidade na resolução de alguns dos problemas estruturantes da Escola (professorado em envelhecimento galopante, elevado número de alunos por turma e por professor e horários de trabalho docentes sobrecarregados de tarefas burocráticas) do Ministério da Educação do jovem Tiago Brandão Rodrigues, que se tivesse cognome talvez fosse: TT – Tiago, o Tíbio.

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Candidatos da CDU associam-se à iniciativa da Urtiarda de limpeza do Urtigosa

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Vários candidatos da Coligação Democrática Unitária – CDU Arouca – entre os quais a mandatária concelhia e os cabeças de lista à Assembleia Municipal de Arouca  e à Câmara Municipal de Arouca, Deolinda Brandão, António Óscar Brandão e Francisco Gonçalves, respectivamente -associaram-se, no passado sábado, dia 8 de Julho, à já habitual limpeza do rio Urtigosa, em Rossas, ao longo da quase totalidade do percurso da concessão de pesca existente.

Para a CDU – Arouca a participação nesta iniciativa insere-se na pré-campanha autárquica e no propósito de chamar a atenção para temas, que pela sua problemática e/ou potencial para o futuro do concelho, mereçam destaque pela importância que encerram.

O concelho de Arouca é atravessado por importantes rios, do Paiva ao Paivó, do Arda ao Caima, e por um sem número de afluentes – rios, ribeiros e riachos – que estão longe de ter a atenção e a valorização que merecem, por parte dos poderes públicos.

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Candidato da CDU à Câmara de Arouca é o professor Francisco Gonçalves – a CDU na imprensa III

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A CDU de Arouca anunciou hoje que o seu candidato à câmara volta a ser o professor e sindicalista Francisco Gonçalves, que já em 2009 e 2013 foi cabeça-de-lista pela coligação entre PCP e Partido Ecológico Os Verdes.

O candidato tem 46 anos e reside em Rio Meão, no concelho de Santa Maria da Feira, mas dá aulas no Agrupamento de Escolas de Arouca desde 1997, sendo que também preside ao conselho geral desse estabelecimento de ensino e integra ainda o Sindicato dos Professores do Norte, o Conselho Nacional da Fenprof – Federação Nacional dos Professores e a comissão executiva da União dos Sindicatos de Aveiro.

“As eleições de 1 de outubro não podem ser reduzidas à pergunta: o próximo presidente da Câmara de Arouca será Margarida Belém [pelo PS] ou Fernando Mendes [pelo PSD]?'”, defende Francisco Gonçalves.

O candidato argumenta que “a atual fase da vida política portuguesa mostra que os partidos à esquerda do PS, particularmente os dois que integram a CDU, têm sido fundamentais para que algumas boas medidas tenham avançado e, também aqui em Arouca, a diversidade e um maior peso de PCP e Verdes podem ser importantes nos próximos quatro anos”.

O principal objetivo do candidato é assegurar a presença da CDU na câmara e aprofundar a sua intervenção na Assembleia Municipal, órgão para o qual a coligação aposta em António Óscar Brandão como cabeça-de-lista, na expectativa de eleger pelo menos um deputado para essa estrutura – o que em 2013 não aconteceu por cerca de 80 votos.

Francisco Gonçalves realça que, mesmo sem eleitos na Assembleia Municipal, a CDU foi particularmente ativa nesse órgão ao longo do último mandato, aí participando regularmente no período destinado à intervenção do público, sempre a propósito de temas pertinentes para o concelho.

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CDU Arouca – Visita ao Agrupamento de Escolas de Escariz

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No final do mês de Junho uma delegação da CDU – Coligação Democrática Unitária, composta por Francisco Gonçalves, António Óscar Brandão, Carlos Pinho e Carlos Alves, realizou uma visita de trabalho ao Agrupamento de Escolas de Escariz, onde reuniu com o Diretor, António Garcia.

Esta iniciativa está de acordo com os propósitos da pré-campanha da CDU – Arouca, em realizar um conjunto de deslocações que permitam chamar a atenção para temáticas / problemas que estarão na ordem do dia nos próximos quatro anos.

Esta visita ao Agrupamento de Escolas de Escariz serviu para sublinhar a preocupação da CDU com a concentração escolar e com a “Municipalização da Educação”, justamente para afirmar a nossa oposição a estas duas lógicas de política educativa.

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Assembleia Municipal de Arouca – 28/06/2017

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Questões colocadas por Carlos Alves no período destinado à intervenção dos munícipes.

Senhor Presidente 

Assembleia Municipal de Arouca,

Considerando  a tragédia ocorrida em Pedrogão Grande e o histórico de grandes incêndios verificados em Arouca, gostava, em substituição da intervenção que tinha previsto sobre ordenamento florestal e prevenção de incêndios dirigida ao senhor presidente da Câmara Municipal de Arouca, sugerir à Assembleia Municipal:

– Que, considerada a importância estratégica do sector florestal para o desenvolvimento de Arouca, talvez fosse importante esta Assembleia, ou a que lhe suceder em Outubro, considerar a constituição de Comissão Municipal Florestal, que anualmente, na sessão de Junho, apresente relatório sobre o combate a ocorrências de incêndios verificados durante o ano anterior, ordenamento florestal e prevenção, nomeadamente, ações de sensibilização de educação ambiental ou de plantações  promovidas pelas estruturas municipais e pelas associações ambientalistas, evolução dos meios humanos e técnicos de combate aos fogos, atividades de limpeza, manutenção e construção de novos aceiros, manutenção e construção de pontos de água e outros.

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CDU apresentou candidatos- a CDU na imprensa II

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Francisco Gonçalves, Deolinda Brandão e António Óscar

O Parque Municipal foi o palco da apresentação da candidatura da CDU às eleições autárquicas de 2017. Foram apresentados os dois cabeças-de-lista à Câmara e Assembleia Municipal, numa cerimónia realizada no passado dia 17 de junho.

Francisco Gonçalves, de 46 anos, é o candidato da Coligação Democrática Unitária à presidência da Câmara Municipal de Arouca. Natural de Barcelos, é professor do Agrupamento de Escolas de Arouca desde 1997, dirigente do Sindicato de Professores do Norte e da Comissão Executiva da União de Sindicatos de Aveiro.

António Óscar Brandão, de 55 anos, natural de Rossas, é professor de história na Escola Secundária de Arouca e foi apresentado como cabeça-de-lista à Assembleia Municipal.

Foi também apresentada a mandatária do partido, Deolinda Martins Brandão, de 61 anos, que já exerceu funções no Ministério dos Negócios Estrangeiros e no Banco de Desenvolvimento Social do Conselho da Europa.

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Os incêndios e o verbo fácil – Francisco Gonçalves

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“O Senhor nos proteja dos ímpetos ambientalistas de quem nunca roçou mato

Dizer Rústico

A desgraça que se abateu sobre as populações do Pinhal Interior de Leiria, muito particularmente no concelho de Pedrógão Grande, deve merecer da nossa parte algum comedimento na abordagem da temática dos Incêndios.

Não significa isto que não se devam apurar as responsabilidades, técnicas e políticas, da actuação dos serviços da protecção civil. Não significa, também, que não se deva debater e responsabilizar a incúria de sucessivos governos, deste também, na permissão e no estímulo das suas políticas ao abandono do campo, à desertificação do interior, à gestão florestal ao sabor dos interesses mercantis do monopólio da indústria da celulose, ao adiamento sistemático da implementação de um Plano Nacional de Ordenamento da Floresta (que exige políticas públicas independentes dos interesses mercantis, uma intervenção multifacetada, recursos consideráveis e tempo, muito tempo).

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Apresentação dos Cabeças de Lista à Câmara e à Assembleia Municipal de Arouca

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No dia 17 de Junho, às 17h00, no Parque da Vila, a CDU – Coligação Democrática Unitária realizou a apresentação da mandatária concelhia e dos cabeças de lista à Câmara Municipal de Arouca e à Assembleia Municipal de Arouca.

A coordenação da iniciativa esteve a cargo de Tadeu Saavedra, membro da Comissão Concelhia de Arouca do PCP, que apresentou a biografia de cada um dos três oradores, tendo depois concedido a palavra, por esta ordem, à mandatária concelhia, Deolinda Martins Brandão, ao primeiro candidato à Assembleia Municipal de Arouca, António Óscar Brandão, e ao primeiro candidato à Câmara Municipal de Arouca, Francisco Gonçalves.

Deolinda Martins Brandão, de 61 anos, funcionária na área diplomática em situação de pré-reforma, numa breve intervenção, deixou as razões da sua participação no projecto da CDU – a sua origem (cresceu em Rossas), a necessidade em dar um contributo cívico no concelho onde reside (vive vila) e o facto de ver na CDU quem melhor encarna as preocupações ambientais e os valores da ecologia.

António Óscar Brandão, de 55 anos, professor na Escola Secundária de Arouca, na sua intervenção, sublinhou as duas grandes razões que determinam a aceitação para encabeçar a candidatura da CDU à Assembleia Municipal de Arouca – a identificação ideológica com o projecto da CDU (defesa dos serviços públicos de proximidade, a preservação dos recursos naturais, a valorização da importância do papel do Estado) e a sua própria identidade local (nasceu, cresceu e reside em Arouca, conhece as pessoas e a terra, os seus problemas e anseios).

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Em Agosto de 2016 – Fogos Florestais

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I – O PCP manifesta a sua solidariedade para com as populações atingidas pelos incêndios dos últimos dias, e o apreço pelo incansável trabalho que milhares de bombeiros e outros intervenientes realizam para minimizar os seus efeitos.

Milhares de hectares de floresta ardida, dezenas de anos de trabalho e investimento perdidos em poucos minutos, habitações, edifícios públicos, culturas agrícolas, gados, armazéns, e outras instalações agrícolas e industriais destruídas. Vidas humanas perdidas. Recorde-se que, no balanço da última década, os incêndios florestais deixaram no País um rasto de destruição expresso em mais de um milhão de hectares de área ardida.

II – O PCP há muito que vem alertando para as causas deste flagelo: desinvestimento, desordenamento, falta de limpeza das matas, escassez dos meios permanentes e dos meios especiais de combate aos fogos, mas aponta como causas mais determinantes a ausência de políticas de apoio ao desenvolvimento da agricultura, aos pequenos e médios agricultores e produtores florestais, o sistemático afrontamento das comunidades dos baldios, a destruição da agricultura familiar, a desertificação do interior incentivadas por falta de actividade produtiva com garantia de rendimento para os produtores, a eliminação de serviços públicos (em particular, escolas e serviços de saúde) e que se acentuaram no mandato do anterior Governo PSD/CDS, com a aprovação da chamada Lei da Eucaliptização, que levou ao aumento significativo das áreas de eucalipto plantadas, com a aprovação de uma nova lei dos baldios visando a sua expropriação aos povos, ou com o desvio de mais de 200 milhões de euros do PRODER para outras áreas.

O PCP reitera hoje o que vem afirmando há décadas.

O problema dos incêndios florestais só pode ser resolvido com uma efectiva política de ordenamento florestal, contrariando as extensas monoculturas, de limpeza da floresta, de plantação de novas áreas de floresta tradicional, combatendo a hegemonia do eucalipto – que passou a ser a espécie que ocupa mais área no País, à frente do pinheiro bravo e do sobreiro –, de abertura de caminhos rurais e aceiros, de valorização da agricultura e da pastorícia, de ocupação do espaço rural.

Ordenamento assente num rigoroso cadastro da floresta portuguesa, indispensável para caracterizar com rigor a nossa floresta, os seus principais constrangimentos e os seus proprietários que, apesar de sucessivamente anunciado, não tem saído do papel ou das experiências piloto.

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Francisco Gonçalves candidato à Câmara – a CDU na imprensa I

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Francisco Gonçalves, Deolinda Brandão e António Óscar – José Carlos Silva/ Roda Viva

No final de tarde de intenso calor, debaixo das árvores do Parque Municipal, a Coligação Democrática Unitária (CDU) apresentou hoje os dois cabeças-de-lista à Câmara e Assembleia Municipal.

Francisco Gonçalves, 46 anos, natural de Barcelos, professor do Agrupamento de Escolas de Arouca desde 1997 e presidente do Conselho Geral daquela instituição de ensino, é membro do Sindicato dos Professores do Norte, fazendo parte ainda da União dos Sindicatos de Aveiro. Candidata-se à autarquia.

António Óscar Brandão, 55 anos, natural da freguesia de Rossas, docente de História do mesmo Agrupamento, está ligado há vários anos ao movimento associativo nas questões ambientais e de preservação da natureza. Avança para a Assembleia Municipal.

Na cerimónia foi ainda apresentada a mandatária da coligação de esquerda às eleições autárquicas, Deolinda Brandão, 61 anos, aposentada do Ministério dos Negócios Estrangeiros, tendo exercido funções no Banco de Desenvolvimento Social do Conselho da Europa.

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O Poder Local Democrático – Francisco Gonçalves

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No próximo dia 1 de Outubro realizam-se as eleições autárquicas. Não vou utilizar este espaço para apresentar as ideias que a candidatura que integrarei vai defender. Para isso haverá outros espaços e momentos. O que pretendo aqui sublinhar é o carácter pedagógico que o poder local pode ter na promoção da democracia e da cidadania, no fundo as potencialidades que encerra.

Muitas das vezes quando se abordam as políticas municipais e qualificamos os autarcas que temos, a síntese foge para o despesismo, as rotundas inúteis, os favores pagos em apartamentos, os caciques, os distribuidores de eletrodomésticos, as figuras saltitantes entre partidos e coligações, e, claro, as moderníssimas “listas independentes”, e as dificuldades em perceber as suas (in)dependências, se das vaidades narcisistas ou das ideias.

Este será um lado, o lado negro da coisa. O outro lado, o que se pretende aqui valorizar são três características compõem local democrático – a proximidade entre o autarca e o munícipe e o freguês, as possibilidades de participação do munícipe e do freguês no escrutínio dos órgãos autárquicos e o modelo de governação participado desses mesmos órgãos – que lhe conferem um carácter de democracia participativa.

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